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A procura de segurança, número de jovens cresce em investimentos na Bolsa

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Jovens na Bolsa
Foto: envatoelements

62% dos investidores Pessoas Físicas têm até 39 anos de idade, aponta dados da B3

Jovens brasileiros estão cada vez mais preocupados com o futuro e enxergando nos investimentos uma garantia de estabilidade. Segundo dados da Bolsa de Valores brasileira (B3), atualmente, 62% dos investidores Pessoas Físicas têm até 39 anos de idade. Ao todo, são mais de 2,6 milhões de investidores, de um total de 4,3 milhões de pessoas.

A facilidade de acesso ao mercado financeiro, nos tempos atuais, tem feito o número de jovens investidores que se preocupam com o futuro aumentar. No período entre o primeiro trimestre de 2021 e de 2022, cerca de 1,5 milhão de novos investidores entraram na Bolsa, é o que informa os dados coletados pela B3. Em 2018, a predominância no mercado acionário era de pessoas que tinham no mínimo 40 anos.

Um levantamento feito pela B3, a pedido do Estadão, mostrou que a idade média do cliente Pessoa Física no mercado acionário nacional recuou quase 11 anos desde 2016. A idade média do investidor na Bolsa brasileira era de 48,7 anos, já no fim de 2021, ficou em 37,9 anos. Boa parte desse “rejuvenescimento” está relacionado à entrada no mercado financeiro de um contingente de jovens que acabaram de começar a vida profissional.

Especialistas da B3 apontam que o movimento de entrada desse público mais jovem no mercado financeiro é um reflexo de uma mudança de comportamento das novas gerações, impulsionado pelo maior acesso às finanças. 

As inovações feitas pelas corretoras de investimentos e o surgimento de novas plataformas ajudaram a encurtar o caminho dos mais jovens até o mercado financeiro. Com a mudança de hábito, os novos investidores tentam repassar para amigos e familiares os conceitos de educação financeira e de investimentos que aprenderam.

Para Matheus Pereira, Assessor de Investimentos da InvestSmart, investir cedo permite um tempo maior para melhorar a sua atuação no mercado financeiro, pois se for preciso errar, ainda há oportunidade de sobra para a recuperação. 

“O aprendizado é muito importante no início, até porque as pessoas vão aprendendo enquanto investem. Elas cometem erros de iniciante, o que é normal, mas, ao longo do tempo, vão melhorando e entendendo o seu verdadeiro perfil de investidor. Dessa forma, além do aprendizado, vão estar expostas a diversos investimentos diferentes e isso ajuda a alcançarem rentabilidades mais favoráveis.”, afirma o especialista.

Além disso, o assessor também destaca a importância do tempo nesse processo.

“Outro ponto importante é ter um retorno por mais tempo. Em outras palavras, o tempo é o principal fator que impacta a poupança final da pessoa. Então, quando você vê a fórmula de investimento, tem alguns impactos: um é o montante, que está sendo investido, o outro é a taxa, que está gerando retorno e, por fim, o tempo, que faz muita diferença nessa conta.”, completa Pereira.

Cuidado com falsas promessas!

Especialistas dizem, porém, ver a situação com certa cautela: investidores menos experientes podem se iludir com promessas de ganhos rápidos e que minimizam o risco inerente à Bolsa. Nesse sentido, Matheus Pereira ressalta a necessidade do investidor, mesmo que iniciante, diversificar o seu capital investido.

“Também é importante destacar o valor da diversificação, justamente para não existir uma frustração nas expectativas dos jovens, gerando um movimento de resistência para com o mercado financeiro, principalmente quando as coisas não saem da forma como eles gostariam.”, conclui o Assessor de Investimentos.

Portanto, se você quer iniciar no mercado financeiro, mas quer fazer isso respaldado por conhecimento e segurança, procure uma assessoria de investimentos e fique protegido de falsas promessas.

Ah! E se você é universitário e quer ter acesso a um Guia de Investimentos completo, confira abaixo o e-book do nosso parceiro.

 

Por Michael Fernandes

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

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