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Como evitar o chamado estresse financeiro?

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Estresse financeiro

Estresse é algo comum na vida adulta, afinal, há inúmeras responsabilidades e adversidades que precisamos enfrentar ao longo da nossa caminhada. Mas e o estresse financeiro, já ouviu falar sobre ele?

Provavelmente você já se questionou se dinheiro traz felicidade, certo?! Isso porque, ao mesmo tempo que a falta do recurso é algo que gera muita dor de cabeça nas pessoas, por incrível que pareça, a abundância também pode contribuir para tal. Pensando nisso, neste artigo, você ficará por dentro do que é o estresse financeiro e como evitá-lo. Confira!

 

O que é estresse financeiro?

Apesar do teor pejorativo que o estresse costuma ter, ele nem sempre aparece para prejudicar o indivíduo. Isso porque esta reação pode ser benéfica, funcionando como um sinal alerta para possíveis perigos. E, como resultado, a pessoa é capaz de agir com cautela frente as adversidades.

Porém, quando há um nível muito grande de estresse, ele tende a ser prejudicial. Ou seja, uma pessoa tomada por essa reação natural do organismo pode não ter clareza nas suas decisões. Portanto aumentam as chances de lidar com consequências ruins. Além disso, existem casos em que o estresse coloca o indivíduo em uma espécie de paralisia quando os problemas aparecem.

Nesse sentido, o estresse financeiro é fruto de questões vinculadas as finanças. Ele pode ser caracterizado por um receio do indivíduo em vivenciar situações turbulentas ou instáveis no seu orçamento, como a perda de um emprego por exemplo.

Somado a isso, esta reação pode aparecer pelo medo de endividamento atrelado a uma baixa expectativa de melhora no curto prazo, uma complexidade em concretizar metas e outras situações semelhantes.

Na maioria dos casos, o estresse financeiro é responsável por originar uma série de prejuízos na vida pessoal e familiar de uma pessoa. E, em circunstâncias mais graves, abalar a saúde física e emocional.

 

Sintomas do estresse financeiro

Nem sempre é possível perceber quando vivenciamos momentos conturbados como o estresse financeiro. Por isso, separamos alguns sintomas que esta reação pode ocasionar no indivíduo, veja abaixo:

  • Nervosismo com o dia de amanhã;
  • Diminuição na produtividade profissional;
  • Adoecimento por um ritmo de trabalho excessivo;
  • Busca incessante para conseguir mais dinheiro;
  • Dificuldades para dormir ou relaxar;
  • Depressão, tristeza, taquicardia e ansiedade extrema;
  • Medo de perder o emprego, de não conseguir arcar com as contas ou que as dívidas aumentem;
  • Perda de paciência e aumento dos conflitos pessoais.

 

Origem do estresse financeiro

Dentre os sonhos de boa parte dos adultos, está a conquista de uma vida financeira saudável, entretanto, essa é a realidade de uma pequena parcela dos brasileiros. Isso porque a educação financeira no país ainda é escassa e, como resultado, desconhecida da maioria.

Dessa forma, o brasileiro já vê com dificuldade o assunto e, ao longo da vida, enfrenta dificuldades na hora de lidar com o dinheiro. O maior desafio é, na maioria das vezes, ter controle de todo dinheiro que entra (receita) e todo o dinheiro que sai (despesas). Por isso, a exposição a problemas como o estresse financeiro se intensifica.

Logo, uma das principais causas deste estresse são cenários emergenciais, ou seja, imprevistos que acontecem e geram um gasto maior por parte do indivíduo. Poucos pensam em contratempos futuros e separam uma verba específica para acontecimentos deste tipo, a chamada Reserva de Emergência.

Outro problema comum e que pode gerar estresse relacionado às finanças é viver sob um padrão de vida que não é compatível com a realidade. Por isso, o ideal é que os gastos não sejam maiores do que a renda mensal, até porque a conta não vai fechar e o resultado disso será puro estresse.

Por fim, quando a vida não caminha de forma positiva, isso afeta bastante a vida das pessoas, principalmente, em casos de problemas profissionais. Perder o emprego, ficar gravemente doente ou ter a renda diminuída consideravelmente são alguns dos problemas que pioram o estresse financeiro. Afinal, o indivíduo fica com medo por não saber o que será do seu futuro.

 

Previna-se do estresse financeiro!

Se você vive um momento de estresse financeiro ou quer ficar bem longe do mesmo, confira, a seguir, as dicas que separamos.

  • Educação financeira

Educação financeira é a chave para saber lidar com o dinheiro e construir uma vida financeira saudável. Logo, é importante que o indivíduo tenha conhecimento sobre conceitos básicos do mercado, como renda ativa, renda passiva, planejamento financeiro e demais conteúdos.

Dessa forma, é possível criar intimidade com o universo financeiro e saber como utilizar o seu patrimônio da melhor forma, sem comprometê-lo e nem mergulhar em dívidas profundas.

  • Orçamento pessoal

O orçamento pessoal nada mais é do que uma forma eficaz de organizar a vida financeira. Isto é, por meio de um panorama geral, o indivíduo define suas receitas e despesas. A partir daí, é possível estabelecer metas futuras relacionadas a aspectos financeiros.

Essa é uma forma de registrar toda a movimentação de entrada e saída de dinheiro que chega mensalmente, proveniente de alguma atividade remunerada. Vale dizer que este orçamento deve ser bem simples, objetivo e realista ao seu padrão de vida. Portanto, não estipule receitas que não são alcançáveis.

  • Definição de objetivos

Esse é o momento de colocar os sonhos no papel. No início de qualquer processo é fundamental estabelecer os objetivos iniciais. Por isso, selecione aqueles que vão servir como uma espécie de estímulo e motivação para alavancar a sua vida financeira.

Não pense apenas no longo prazo, liste também todos os objetivos de curto e médio tempo que você quer alcançar. Isso servirá de motor para não desistir de estar sempre caminhando em direção a eles. À medida que você vai dando um check na lista, mais sonhos você vai querer realizar.

  • Controle do consumo

É fundamental ter disciplina sobre os seus gastos! Logo, é necessário ter uma noção clara do que deve ser gasto e poupado e seguir nesse caminho sem se deixar levar por momentos de impulso e emoção. Pense que qualquer escolha possui suas consequências e só nós podemos decidir se vamos lidar com as ruins ou as boas.

E não se preocupe, no início pode até ser difícil, mas depois de um tempo a disciplina deixa de ser um desafio e vira um hábito.

  • Reserva de Emergência

A Reserva de Emergência é algo indispensável, por isso todos devem ter um capital investido que permita ser resgatado a qualquer momento em casos de urgência. De modo geral, ela é um montante guardado para momentos inesperados.

O objetivo por trás dessa reserva é assegurar o indivíduo em situações de perda de uma renda ou de gastos excedentes. No nosso artigo “a importância de ter uma Reserva de Emergência” você pode se aprofundar um pouco mais nos detalhes dessa estratégia.

  • Comece a investir

Essa é sempre a última etapa, por isso, após colocar as finanças em dia e o ato de guardar dinheiro estiver fluindo bem, é possível pensar em investir o seu capital. Vale ressaltar que o ideal é estar devidamente preparado e munido de conhecimento para entrar nesse mundo.

Nada melhor do que rentabilizar o seu capital investindo em aplicações que sejam compatíveis com o seu perfil investidor e objetivos. Então, procure um assessor de investimentos e comece o quanto antes a aplicar o seu patrimônio de maneira segura.

Por fim, depois de colocar em prática as dicas anteriores, você estará caminhando em direção oposta ao estresse financeiro.

Quer saber mais sobre investimentos?

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