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Os investimentos de renda fixa funcionam como um empréstimo do seu dinheiro para o emissor. O valor captado é utilizado para financiamento de projetos, pagamento de dívidas ou desenvolvimento de áreas específicas, como o agronegócio e o setor imobiliário, por exemplo. Então, ao investir em títulos de renda fixa você remunera seu investimento e ajuda no crescimento de vários setores importantes para a economia.

O que é a Renda Fixa?

A renda fixa é uma modalidade de investimento onde qualquer tipo de aplicação é baseado em regras pré-estabelecidas de retorno do capital, que são definidas no momento da aplicação. Essas regras estipulam o seguinte: o prazo da remuneração e a forma que a remuneração será calculada e paga ao investidor. Portanto, considerando que você fique até o vencimento daquele título, terá recebido uma remuneração previsível e, às vezes, até fixa.

O ideal é que este tipo de investimento seja o primeiro a ser considerado pelo investidor, por ser mais simples, previsível e, principalmente, por ser uma opção para se constituir reservas de emergência. Fora isso, existem diversos tipos de aplicações na renda fixa que se enquadram para objetivos, riscos, emissores, e rentabilidades distintas. Os mais populares são:

Rendimento da Renda Fixa

O rendimento da renda fixa, apesar do nome, varia de acordo com o investimento escolhido. Normalmente, títulos que acompanhem o CDI ou a SELIC são os mais comuns. Quanto mais próximo for o rendimento a estes índices de referência, normalmente a liquidez dos ativos tende a ser maior.

Existe na essência 3 modalidades de ativos de renda fixa:

  • Títulos Pré-Fixados: São aqueles cuja rentabilidade já é clara na hora de investir. Um exemplo é um Título que renda 8% ao ano;
  • Títulos Pós-Fixados: São os títulos que seguem ou corrigem um índice de referência. Exemplos: Título que renda 100%CDI, ou 125%CDI, ou 130%IPCA*;
  • Títulos Híbridos: São os títulos que corrigem um índice e ainda adicionam um rendimento fixo. Um exemplo é um Título que renda IPCA+4% ao ano.

*Esse percentual do CDI é calculado assim: usando como exemplo 150%CDI e supondo que o CDI fechou o ano em 5,94%, isso representa 5,94% X 100% + 5,94% X 50% = 8,91% ao ano. Esse é o percentual de rendimento do título.

Sobre a liquidez

Dentro das três modalidades citadas anteriormente, existem alternativas de investimentos que podem ter rendimentos muito expressivos. Contudo, é necessário que o investidor esteja aberto a aplicações com maiores riscos, com um prazo mais longo e/ou não tenha liquidez caso resolva resgatar antes da hora.

A liquidez pode ser um quesito de risco quando o investidor não pode retirar o capital antes do vencimento do título. E ainda que exista a possibilidade de retirar antes, é crucial estar atento as taxas atuais do mercado no momento da retirada, porque impactam no valor de resgate. Nos investimentos pré-fixados, o risco é referente a inflação, já que a mesma pode elevar os preços e reduzir parte da rentabilidade.

Por exemplo, podemos considerar um CDB que remunera 150%CDI somente com vencimento em 3 anos e sem a possibilidade de resgate antecipado. Outro exemplo, é um título público pré-fixado de 5% ao ano com vencimento em 10 anos que, apesar da liquidez (é possível se desfazer do ativo facilmente), caso as taxas negociadas pelo mercado mudem, posso ter prejuízos na venda antecipada.

Sobre as garantias

Independente da modalidade, existem várias opções de renda fixa que contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Caso os tomadores de crédito fiquem inadimplentes com seus credores (investidores), existem garantias de até R$ 250 mil que restituem parte ou total do que foi investido no título de renda fixa. Ou seja, até o limite desses valores, você não perde o valor investido.

Na hora de montar a sua carteira de investimentos, é fundamental entender como funciona cada taxa de rendimento e escolher aquela que está alinhada aos seus objetivos como investidor.  Se não souber como fazer isso, procure uma Assessoria de Investimentos.

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