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Direito de Subscrição

Se você tem interesse em investir em Ações, ou já é um acionista, é muito importante estar a par do direito de subscrição. Afinal, ele pode ser uma ferramenta positiva para alavancar os ganhos das operações.

Neste artigo, explicaremos todos os detalhes sobre o direito de subscrição. Confira!

 

O que é subscrição?

Primeiro, é importante saber o conceito de subscrição. Evento comum no ambiente da Bolsa de Valores, a subscrição é quando uma empresa listada na B3 opta por expandir seu capital social e, assim, emite novas ações. Feito isso, ela concede aos seus acionistas a prioridade na compra de novos ativos.

 

O que é direito de subscrição?

Direito de subscrição é o ato de autorizar os donos das Ações a permanecerem com o mesmo nível de participação no negócio. Ou seja, ainda que a companhia tenha aumentado o seu capital social, seus acionistas terão o direito de permanecer com os valores antigos.

Veja um exemplo:

Imagine uma empresa listada na Bolsa. Inicialmente, ela resolveu emitir 1.000 Ações. Você, como investidor, escolheu comprar 100 desses ativos, o equivalente a 10% do negócio.

Passado um tempo, a companhia percebeu que precisava captar novos recursos e emitiu mais 500 Ações no mercado. Agora, ela passou a ter um total de 1.500 ativos. Logo, com esse aumento, você caiu de 10% de participação para aproximadamente 6,67%.

O direito a subscrição entra justamente nesse ponto, para evitar que o antigo acionista saia no prejuízo, diante de um aumento do capital social da empresa da qual ele detém parte do negócio.

Dessa forma, a companhia dá preferência a esse investidor de comprar mais 50 Ações e continuar com a mesma participação de antes.

Além do Mercado de Ações, o direito de subscrição também aparece nos Fundos Imobiliários (FIIs).

 

Como funciona o direito de subscrição?

Ao tomar a decisão de emitir novos papéis, a empresa oferece aos acionistas uma variedade de informações sobre o direito de subscrição. Neles, estão presentes a quantidade de novas Ações que serão emitidas e postas no mercado e também o preço para a subscrição das mesmas.

Portanto, existe a preocupação, por parte da companhia, de informar aos seus sócios a nova parcela que o investidor terá direito, tendo como base a nova emissão. Além disso, informa quais serão os novos preços das novas ações lançadas.

 

Direito não é obrigação!

O direito de subscrição não é uma obrigação. Mas, o que isso significa? É simples, os acionistas não têm a obrigação de comprar as novas ações que a empresa colocou no mercado. Afinal, é uma decisão particular e que vai depender, única e exclusivamente, do investidor.

Dessa maneira, quando a empresa determina uma data para o acionista efetuar o seu direito de subscrição e ele não envia até o prazo, entende-se que o mesmo optou por não participar. Caso contrário, ele deve ficar por dentro das datas limites para não perder o benefício.

 

Direito de subscrição dos Fundos Imobiliários

Conforme mencionamos anteriormente, os investidores de Fundos Imobiliários também possuem o direito de subscrição. Eles acontecem de forma bastante semelhante às ações. Confira!

Os cotistas, como são chamados os investidores de Fundos de Investimento, também são comunicados sobre a parte que terão o privilégio de exercer. Dessa forma, elas estarão de acordo com a posição atual deles no Fundo.

Os FIIs, assim como as ações, também estipulam um prazo aos seus cotistas para o direito de subscrição. Eles podem ter acesso a essas informações no próprio site da B3. Sendo assim, caso o cotista tenha interesse em exercer o seu direito, deve informar à instituição financeira credenciada.

Vale lembrar que os ativos que detém o direito de subscrição dos FIIs possuem o número 12 no fim do ticker, por exemplo: BCFF12.

 

Conclusão

Como vimos ao longo deste artigo, o direito de subscrição é uma espécie de vantagem aos acionistas e cotistas. Também pode acontecer do preço da cota ou da ação ser inferior ao ofertado para novos investidores, o que é favorável para os investidores antigos.

Assim como em qualquer operação, é preciso atenção. Seja no mercado de ações ou no de Fundos Imobiliários, é fundamental estar por dentro de todos os detalhes sobre as regras do novo papel.

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