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Finanças para casais: saiba como ter uma vida financeira saudável a dois

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Índice do artigo

Finanças para casais
Foto: envatoelements

Quem não fica nas nuvens ao amar e ser amado, não é mesmo?

Conhecer alguém especial, começar um relacionamento e pensar no futuro a dois, muitas das vezes, faz parte da vida de qualquer pessoa.

Nesse sentido, na grande maioria dos casos, os indivíduos se relacionam com o objetivo de iniciar uma história de longo prazo, como por exemplo, namorar, noivar, casar e formar uma família.

Entretanto, com o passar do tempo, as pessoas vão percebendo que não é só o amor que sustenta um relacionamento, afinal, existem muitos outros pontos envolvidos. Um deles é a questão financeira, que quanto mais saudável for, menos problemas o casal terá.

Portanto, saber lidar com as finanças em parceria só tende a ajudar na relação a dois e evitar desgastes quando o assunto é dinheiro.

Pensando nisso, em comemoração ao Dia dos Namorados, comemorado no dia 12 de junho, separamos algumas dicas financeiras para casais. Confira!

Criar um orçamento familiar

O orçamento familiar é o primeiro passo para iniciar o controle financeiro da casa. Ele consiste em registrar e analisar as despesas e receitas da família para entender onde o dinheiro está sendo alocado e, caso haja déficit (maiores dívidas do que ganhos), identificar quais gastos podem ser cortados.

Além disso, ao criar o orçamento familiar, é importante listar todas as metas que vocês pretendem alcançar, pois quando sobrar uma parcela da renda, fica mais fácil definir de que maneira esse dinheiro será investido.

Definir um percentual para Reserva de Emergência

Uma pesquisa realizada pela Anbima, em parceria com o Datafolha, mostrou que durante a pandemia os brasileiros começaram a ver maior necessidade em manter uma Reserva de Emergência.

Principalmente em tempos de crise, ter um dinheiro guardado para segurança pode garantir maior tranquilidade.

Montar uma Reserva de Emergência equivale a juntar, em média, de 6 a 12 meses da sua renda e alocar em um investimento de baixa liquidez (que seja fácil de transformar em dinheiro novamente) e de pouco risco. Isso pode ajudar o casal a pagar as contas caso algum parceiro fique desempregado ou aconteça qualquer imprevisto.

Investir dinheiro mensalmente

Se você já realizou um orçamento familiar e tem uma Reserva de Emergência, é hora de investir!

Separar uma parcela do dinheiro para investir mensalmente é muito importante. Seja para realizar o sonho da casa própria ou aquela viagem que vocês planejam há anos. Por meio dos juros compostos, quanto mais você aportar mensalmente, maior será o seu patrimônio ao longo dos anos.

Veja a simulação abaixo. Supondo um investimento com taxa de 12% ao ano e prazo de 10 anos, com aportes mensais de R$100, R$500 e R$1000.

 

Gráfico

Óbvio que ao final dos 10 anos, o volume financeiro de quem aportou R$1000 é superior aos demais. Porém, quando olhamos com mais atenção, é possível perceber que, a partir de um certo ponto, o investimento com aportes mensais de R$1000 cresce com mais rapidez. Isso porque os juros compostos atuam sobre o volume financeiro, então, quanto mais você aporta, mais próximo estará de atingir seus objetivos.

Dialogar abertamente sobre dinheiro

Seja qual for o assunto, diálogos são sempre necessários.

Quando o tema é dinheiro, de acordo com uma pesquisa do Banco BV e do Instituto Mindminers, divulgada em janeiro deste ano, 61% dos brasileiros vinculam o tema a questões negativas e 54% consideram tabu.

Se existe o medo de discordar sobre o assunto por falta de conhecimento financeiro, procure ler e pesquisar mais sobre o tema, já que isso tornará essa questão cada vez mais presente no seu dia a dia e, automaticamente, normal.

Dialogar sobre isso com o seu parceiro pode ajudar a evitar problemas de cunho financeiro, que costumam abalar bastante as relações.

Não contratem crédito sem realizar os devidos cálculos

No mês de março deste ano, o endividamento familiar atingiu níveis recordes. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a parcela de famílias com dívidas em atraso atingiu um percentual de 77,5%.

O principal responsável pelas dívidas é o cartão de crédito, que responde por 87% dos motivos de endividamento no país.

Esse cenário reflete a realidade brasileira, na qual boa parte da população ainda não tem acesso à educação financeira. Por isso, para evitar endividamentos, é importante sempre fazer as contas, ponderar e dialogar para entender se cada despesa é necessária e, o mais importante, se cabe no bolso de vocês.

Ter e atualizar o controle mensal de gastos

Seja com planilhas ou aplicativos, controlar os gastos mensais é de suma importância.

Isso porque, muitas vezes sem perceber, gastamos mais do que o que recebemos.

Utilizando uma ferramenta de controle de gastos, botar o orçamento familiar em prática se torna muito mais simples.

Sem falar que, organizando os gastos mensais, é mais fácil identificar gastos desnecessários que podem ser cortados em um momento de crise ou quando vocês quiserem poupar para atingir alguma meta.

 

Por Gabrielly Rodrigues e Sara Paixão

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