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Qual a diferença entre bancos, corretoras e assessorias?

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Ao começar a investir, é comum buscar quais são as melhores formas de aplicar seu capital e os caminhos possíveis. E uma dúvida comum que pode surgir é sobre a diferença entre as instituições financeiras e a função de cada uma delas.

Bancos

Os bancos são os mais conhecidos, justamente pela nossa necessidade de ter uma conta bancária para receber um salário, fazer transferências, guardar dinheiro ou parcelar compras com um cartão de crédito. Essas são as funções típicas de bancos comerciais, que podem ser de domínio público ou privado.

Também existem os bancos de investimento, instituições financeiras de domínio privado, que atuam como intermediários entre pessoas que querem investir e as que buscam empréstimos. Esses tipos de banco são focados exclusivamente em operações de investimento, por isso não oferecem conta corrente, nem outros tipos de produtos de um banco comercial.

No entanto, a maioria dos bancos do Brasil são bancos múltiplos, que como o nome já diz, oferecem tanto produtos do banco comercial quanto investimentos. São exemplos de bancos múltiplos: Santander, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

É importante ter em mente que os bancos que oferecem produtos comerciais não ganham dinheiro apenas com mensalidades e tarifas cobradas aos seus clientes. O dinheiro que deixamos parado na conta corrente ou na poupança, serve como capital para o banco realizar empréstimos e receber juros em cima deles.

A diferença entre os juros pagos aos investidores e os obtidos pelas operações de créditos é chamada de spread bancário e é o que garante boa parte dos lucros dos bancos. São exemplos de produtos: poupança, títulos de capitalização e alguns tipos de CDBs.

Corretoras de Valores

Agora que você já sabe diferenciar os tipos de bancos, é hora de falar das corretoras de valores. Elas são um outro tipo de instituição financeira, autorizadas pelo Banco Central e fiscalizadas pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Seu objetivo é distribuir investimentos de diversas instituições financeiras diferentes, não apenas de um único emissor ou gestor (como no caso de alguns bancos de investimento ou múltiplos).

É importante entender que uma corretora não emite investimento, mas faz a ponte entre o investidor e a instituição financeira que pode ser o banco ou uma financeira. O papel da corretora nada mais é que oferecer uma variedade de opções e intermediar a compra e venda de ações.

Até o ano de 2009, existia uma diferenciação entre corretoras e distribuidoras, em que a última não poderia entrar no mercado de ações e por isso, eram utilizadas siglas diferentes, CTVMs para corretoras e DTVMs para distribuidoras. Mas hoje, essa distinção entre elas não existe mais.

No cardápio das corretoras de valores, podemos encontrar aplicações em ações, títulos de crédito privado (CDB, LCI e outros), títulos públicos federais (Tesouro Direto), cotas de fundo de investimento, dentre outros. Na prática, o investidor abre uma conta, da mesma forma como faz no banco, mas ao invés de contratar empréstimos e cartões de crédito, usa o dinheiro para adquirir investimentos e para fazer o mesmo render.

Tanto bancos quanto corretoras de valores oferecem alguns ativos que trazem mais segurança para seus clientes, pois contam com um mecanismo de proteção aos investidores chamado Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Leia mais aqui.

E a assessoria de investimentos, o que ela faz? Também posso recorrer a uma para investir meu dinheiro?

Assessorias de Investimentos

As assessorias de investimentos são escritórios que oferecerem serviço de assessoria a investidores, por meio da atuação dos assessores de investimento. Conhecidos formalmente como Agentes Autônomos de Investimentos, os assessores são responsáveis por assistir investidores na hora das aplicações financeiras. Logo, são profissionais requisitados por quem está interessado em investir com maior segurança, flexibilidade e acesso a produtos financeiros de acordo com o seu perfil investidor.

Este profissional trabalha para tirar dúvidas e oferecer informações necessárias para a decisão do investidor. E em casos de investidores mais experientes, o agente avalia a carteira de investimentos para encontrar maneiras de otimizá-la, reduzindo os riscos e aumentando os retornos das aplicações.

Seja para quem é novo no mundo dos investimentos, ou para aqueles que já possuem experiência no setor, dispor de um profissional do mercado financeiro é sempre uma boa escolha.

 

 

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