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Tudo o que você precisa saber sobre investimentos offshore

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Índice do artigo

Offshore
Foto: Freepik

É normal que, com o passar do tempo, as pessoas queiram buscar novos caminhos. Isso se aplica a várias situações da vida, inclusive quando o assunto são os investimentos. Dessa forma, depois de um tempo investindo em categorias específicas, os investidores resolvem desbravar novos territórios. Nesse sentido, uma das alternativas encontradas são os investimentos offshore.

O termo “offshore“, traduzido para o português, significa “no alto-mar”. Em outras palavras, é uma opção de investimento feita em uma localidade fiscal diferente da origem do investidor. Logo, é uma aplicação em território internacional.

Por outro lado, apesar da baixa procura dos brasileiros, a tendência é de que, em cenários de queda na taxa de juros do Brasil e no mundo, exista algum aumento na demanda desse investimento.

Investidores que têm como objetivo alcançar opções mais rentáveis e/ou diversificadas, veem no offshore uma possibilidade.

 

Como investir em offshore

Os investimentos offshore são caracterizados a partir de contas bancárias no exterior. ETFs, BDRs e Fundos de Investimentos são modalidades de Renda Variável que fazem parte dessa categoria de investimento.

Confira cada uma delas a seguir:

 

  • ETFs – Exchange Traded Funds

Na prática, eles são Fundos de Investimentos que replicam algum índice de referência, como o Ibovespa, o IBRX (Índice Brasil) e vários outros.

Isso significa que esse tipo de Fundo de Investimento compra os mesmos ativos nas mesmas proporções que os índices de referência. Portanto, uma boa tradução de ETF para o português é: Fundos de Índices.

Eles são listados na Bolsa de Valores como se fossem uma Ação normal, podendo ser negociados da mesma forma que as Ações da Petrobras, por exemplo.

Em suma, entrar no mundo dos investimentos internacionais pode não ser tão simples pelo fato dos aportes financeiros serem altos.

De modo geral, os investimentos mínimos ficam na faixa de US$100 mil. Mas, como tudo na vida, existem exceções, e os ETFs são uma delas.

 

Os Fundos são investimentos coletivos onde cada integrante adquire uma cota. É como se fosse um condomínio e você adquire um ou mais apartamentos. A soma de todas as cotas compradas por todos os investidores será o patrimônio total do Fundo.

Eles são disponibilizados por administradoras que oferecem cotas como forma de captação de recursos.

Vale dizer que cada Fundo de Investimento é classificado dependendo do objetivo de rentabilidade, do prazo de aplicação e da composição da carteira do investidor. Os principais tipos de Fundos de Investimentos são: Fundos de Renda Fixa; Fundos Multimercado; Fundos de Ações; Fundos Cambiais; Fundos Imobiliários e Fundos de Investimentos no exterior.

 

  • BDR – Brazilian Depositary Receipt

O BDR é uma modalidade de investimento que pode ser considerada pelo investidor quando há interesse em investir dinheiro em empresas estrangeiras. Na teoria, eles são recibos que simbolizam Ações emitidas por companhias do exterior.

Dessa forma, apesar de serem ativos negociados e também emitidos no Brasil, estão ligados às instituições fora do país. Vale dizer que, na maioria das vezes, o BDR possui como ativo de referência as Ações emitidas por companhias presentes na Bolsa norte-americana.

Para serem listadas no Brasil, acontece a seguinte dinâmica: a instituição financeira brasileira que tem representação nos EUA compra os ativos fora e os deixa na carteira lá mesmo.

Aqui no Brasil a instituição cria um recibo que replica as variações dos ativos que foram adquiridos fora. Assim como os investidores brasileiros podem investir dinheiro em Ações listadas no mercado estrangeiro, as empresas internacionais também conseguem captar recursos no mercado brasileiro.

 

Paraísos fiscais

Há quem utilize os offshores para fins ilícitos, como por exemplo um indivíduo que mantém dinheiro em paraísos fiscais.

Mas, vale a ressalva de que eles são regulamentados por lei e, por isso, não são ilegais.

Os paraísos fiscais são países que disponibilizam incentivos fiscais para atrair investidores estrangeiros. Cada nação tem uma legislação própria ao que se refere à regulamentação e transparência do offshore. Hong Kong, Dublin, Suíça e Ilhas Cayman são alguns exemplos desses territórios.

Para ficar longe de qualquer possibilidade de ilegalidade nos investimentos em offshore é importante que o investidor esteja sempre atento às normas impostas pelos órgãos reguladores brasileiros – Anbima e o Banco Central do Brasil.

 

Conclusão

O primeiro passo para começar a investir em offshore é selecionar uma boa instituição que esteja adequada com os seus objetivos e perfil de investidor. Além disso, é importante que ela disponibilize uma plataforma ampla de investimentos, que contenha produtos e serviços que ajudem em todo o processo de operações.

É importante lembrar que a grande maioria dos investidores que investem em offshore possuem experiência no mercado financeiro. Sendo assim, estão mais acostumados aos riscos de operações em Renda Variável e também cientes de que estão expostos às variações de câmbio.

Por fim, agora que você já conhece essa modalidade de investimento e como ela funciona, pode começar a diversificar a sua carteira.

Ainda tem medo ou alguma dúvida sobre a operação? Então solicite uma reunião com um assessor de investimentos da InvestSmart e comece a investir agora mesmo.

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