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Tudo sobre a taxa de juros dos investimentos

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taxa de juros

Investimentos e empréstimos. O que eles têm em comum? Bem, podemos listar dois pontos bem fáceis de serem observados. Primeiramente, as aplicações financeiras funcionam, na maioria das vezes, como uma espécie de empréstimos e são interessantes aos investidores pelos juros da operação. Por falar nisso, as taxas de juros são o segundo ponto que relaciona os investimentos e os empréstimos.

 

Qual a diferença entre juros e taxa de juros?

Os juros nada mais são do que os lucros obtidos de algum empréstimo. O valor referente a ele varia de acordo com o período e as condições em que o dinheiro foi cedido. Essas são formalizadas por meio de documentos, como contratos ou verbalmente.

Existem duas partes envolvidas no processo, o credor e o devedor. Confira abaixo detalhes sobre cada um deles:

  • Credor

É o indivíduo que empresta o dinheiro e recebe os juros do processo;

  • Devedor

É o sujeito que solicita o empréstimo e quem deve arcar com os juros da operação.

Resumindo, os juros se referem ao valor definido pela operação – os custos do crédito.

Já a taxa de juros está ligada ao percentual de remuneração ou cobrança da operação. Além disso, vale lembrar que ela incide de acordo com o período combinado. Na maioria das vezes, ela é anual, porém, existem casos em que ela acontece semestralmente, mensalmente ou até diariamente.

 

Indicadores

As taxas de juros precisam levar em consideração dois indicadores muito importantes, a taxa Selic e o Certificado de Depósito Interbancário, mais conhecido como CDI.

A famosa taxa básica de juros da economia brasileira, como é conhecida a Selic, é um parâmetro usado pelo governo e também pelos bancos nas operações financeiras realizadas diariamente. Fruto dela, as instituições financeiras podem chegar ao CDI. Afinal, eles são uma taxa de referência bem próxima a ela.

A partir do momento em que as taxas de juros estabelecem uma relação entre as demais (Selic e CDI), elas ficam responsáveis por tornar a operação mais segura e com menos riscos do que o mercado financeiro pode oferecer.

 

Cálculo da taxa de juros

Pode ser que você esteja se perguntando, como eu calculo as taxas de juros? Então vamos lá!

Antes de tudo, vale lembrar que há inúmeras formas de calcular a taxa de juros. Mas é importante ter algumas explicações para compreender melhor como funciona essa conta.

Em primeiro lugar, o indivíduo deve entender o que são juros simples e compostos. O primeiro é uma taxa empregada sobre o valor inicial em cada período, sem acumular com as anteriores. Em outras palavras, é um custo fixo, aplicado sempre no período do pagamento da dívida.

Já os juros compostos são o oposto desse sistema anterior. Ou seja, as taxas são aplicadas sobre as anteriores. Então o pagamento recebe uma adição a cada próximo período de cobrança. Assim, há a cobrança de uma nova tarifa a cada dia, mês, semestre ou ano. Resumindo, são juros sobre juros.

Outro importante conceito é sobre a taxa de juros nominal e a real. Bom, aqui é simples! A primeira, aborda apenas o rendimento da aplicação, enquanto a real pondera o peso da inflação. Sendo a última, calculada por meio da diminuição do valor da inflação pela taxa de juros nominal.

 

Tipos de taxa de juros

Existem três tipos de taxas de juros que aplicadas de maneiras diferentes. São elas:

  • Prefixada

Nesta categoria, já existe o conhecimento sobre o rendimento futuro do investimento, que acontece na hora da aplicação. O Tesouro Direto e o Certificado de Depósito Bancário (CDB) prefixado são dois exemplos de investimentos que podem ser encontradas taxas de juros prefixadas.

  • Pós-fixada

Já nesta modalidade, o investidor não conhece o rendimento precocemente. Ou seja, ele é calculado de acordo com o valor do índice de referência do mercado.

Por exemplo, na Renda Fixa os indexadores mais utilizados são a Selic e o CDI. Uma das formas de aplicação de renda fixa é o CDB, que apresenta algumas rentabilidades atreladas ao valor do CDI.

  • Híbrida

Neste último caso, de acordo com o que o próprio nome sugere, temos uma mistura entre a taxa de juros prefixada e a pós-fixada. Em outras palavras, a híbrida apresenta um rendimento conhecido na hora da aplicação e também um percentual vinculado a um indicador do mercado.

Por exemplo, um ativo com rentabilidade de 5% + IPCA (Índice de Preço do Consumidor Amplo). Na renda fixa, o Tesouro IPCA+ apresenta uma taxa de juros mista.

 

A taxa de juros e os investimentos

Quando o assunto é investimento, os juros se definem como a rentabilidade paga pelo emissor da dívida – pessoa física ou jurídica.

No momento da escolha de qual será o tipo de aplicação financeira que o investidor fará, deve existir a preocupação em relação às taxas de juros. Afinal, elas serão as responsáveis por estabelecer a rentabilidade adquirida ao final do período de alocação.

Dessa forma, é fundamental verificar as instituições financeiras que possuem as melhores condições em relação as taxas de juros e se elas serão capazes de superar as tarifas presentes em algumas operações, como taxa de administração, de performance e outras.

 

Conclusão

Fazer escolhas nem sempre é uma tarefa fácil, ainda mais quando envolve a aplicação do seu patrimônio. Por isso, esteja atento aos tipos de investimentos disponíveis no mercado, quais são os juros atrelados a cada um deles, tenha seus objetivos claros e o perfil de investidor traçado.

Quer investir, mas não faz ideia de como começar? Fique tranquilo, existem profissionais que podem te ajudar a construir um horizonte mais claro em relação as aplicações financeiras. Eles são os chamados assessores de investimentos. Procure um e coloque o seu capital para rentabilizar ainda hoje.

Quer saber mais sobre investimentos?

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